autoaceitação

O mundo moderno tem nos trazido alguns desafios. Diante de tantas possibilidades de comparações (como as redes sociais) e a pressão por resultados cada vez melhores no trabalho e na vida pessoal, às vezes, fica difícil fortalecer a nossa autoaceitação.

Além desses obstáculos, alguns valores também têm sido alvo de confusão: em nossa sociedade cada vez mais competitiva, algumas características são mais valorizadas — e aquelas pessoas que não as possuem podem acabar se sentindo diminuídas.

Mas estes são equívocos e é importante sabermos identificar e apreciar aquilo que temos de único e especial. Assim, será possível nos autoaceitarmos e, consequentemente, termos uma vida mais feliz e realizada.

Será que você se aceita? Quais as consequências de não se amar como é? Como praticar a autoaceitação diariamente? Eu explico agora mesmo. Confira!

O que é autoaceitação?

Em poucas palavras, posso dizer que a autoaceitação é gostar de você mesmo como é, se aceitar, respeitar seus sentimentos, pensamentos e escolhas.

Devo lembrar que se autoaceitar não significa se estagnar com a desculpa de que “eu sou assim mesmo”. Você pode — e deve — sempre buscar o melhor para si, mas é preciso fazer isso sabendo do seu valor, focando no que tem de melhor e de cabeça erguida.

É claro que todos nós temos defeitos e limitações, e não é preciso ignorá-los. Para se autoaceitar, inclusive, você deve se abraçar mesmo com esses defeitos, trabalhando para mudar o que não agrada e aceitando algumas características que fazem parte do que você é.

Como saber se me autoaceito?

Para seguir adiante, como acabei de dizer, é preciso, em primeiro lugar, se conhecer. Afinal, como aprender a se gostar e a se respeitar se você não se conhece, não é mesmo? Esse é o primeiro passo da autoaceitação: o autoconhecimento.

Se você já conhece as suas virtudes e impossibilidades, certamente, tem um dia a dia mais leve, sem cobrar de si mesmo metas que não pode alcançar, por exemplo. Além disso, em vez de fazer comparações entre a sua vida e a dos outros, você foca em evoluir — e ainda ajuda quem está no seu caminho com o mesmo objetivo.

Ou seja, ao ser capaz de abraçar a sua própria humanidade, você fará bem às outras pessoas, criando um ciclo de positividade e realizações. Sua vida está assim, no momento?

Quais as consequências da não aceitação?

Mas, se pelo contrário, uma pessoa não consegue se autoaceitar, ela pode vir a ter diversas atitudes que refletem a sua insatisfação pessoal. Devo dizer, aqui, que muitas ações são válidas para nos sentirmos bem na própria pele, como cuidarmos da nossa aparência e do nosso corpo, nos dedicarmos ao trabalho etc.

Mas se esses esforços estão “passando dos limites”, é hora de ligar o sinal de alerta. A vontade exagerada de chamar atenção (para seu corpo ou para suas atitudes), assim como a busca pela perfeição em tudo o que faz ou, até mesmo, a fuga constante da realidade, são sinais da falta de autoaceitação.

Como me autoaceitar?

Esse é um caminho que pode ser longo para algumas pessoas, mas é gratificante, ao final.

Se você não está feliz com o que é e o que tem, não está sendo capaz de enxergar o seu valor e tudo o que já conquistou até aqui, meu conselho é que pare de olhar para os outros e de traçar metas impossíveis à sua realidade e olhe para si. Faça uma pausa, seja sincera consigo e se pergunte: você tem colocado sempre a felicidade nos lugares onde você não está?

Busque o seu próprio final do arco-íris. Olhe para você mesmo com carinho, diminua as cobranças e valorize a gratidão. Por fim, desacelere: a nossa sociedade tem nos cobrado muito, mas somos apenas seres humanos. Faça uma coisa de cada vez, não se esqueça de quem está ao seu lado e dê às dificuldades o tamanho que elas realmente têm.

Estas foram apenas algumas dicas sobre autoaceitação, mas o caminho até ela é você quem faz. Espero que este texto possa ajudá-la a ter mais autocompaixão, paciência e resiliência para viver cada vez melhor.

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