liderança feminina na pandemia

A crise sanitária causada pelo novo coronavírus revelou o caos mundial a partir de dezembro de 2019, quando o primeiro caso foi confirmado na China. Desde então, governos de todas as partes do mundo têm enfrentado uma verdadeira batalha para conter a doença. Nesse cenário, a liderança feminina na pandemia tem conquistado bons resultados.

Os países liderados por mulheres têm alcançado os melhores resultados na luta contra a doença. A Nova Zelândia, país comandado pela primeira-ministra, Jacinda Ardern, foi uma das primeiras nações a divulgar o controle parcial da Covid-19, ao entrar no nível 1 de alerta.

Quer saber mais sobre liderança feminina na pandemia? Então continue a leitura para acompanhar como as mulheres têm enfrentado a doença e como suas lideranças são inspiradoras!

Liderança feminina no enfrentamento da pandemia

Além da Nova Zelândia, Taiwan, Alemanha e Noruega são exemplos de países comandados por líderes femininas que estão revertendo os alarmantes casos da doença em seus países.

Apesar de serem nações consideradas mais desenvolvidas e com uma estrutura governamental eficiente — o que inclui o sistema de saúde —, as mulheres estão revelando ao mundo como gerenciar os recursos e pensar no bem-estar das pessoas pode ser o caminho para salvar vidas.

Dividindo as rotinas entre família e carreira, as mulheres ocupam significativos 70% dos profissionais de saúde ao redor do mundo. Já na política, elas estão longe de alcançar uma representatividade significativa. Conforme a União Interparlamentar, apenas em 2018, as mulheres representavam somente 10 dos 153 chefes de estado eleitos.

Ações de enfrentamento

Como já adiantamos, apesar de os países comandados hoje pelas mulheres terem fatores econômicos e sociais que os favoreçam, é inegável que as trajetórias das lideranças femininas tornam sua conduta como líderes também diferentes. Isso devido ao cuidado com as pessoas e ao olhar atento às necessidades da população.

A testagem precoce de toda a população, por exemplo, foi a estratégia da primeira-ministra da Islândia, Katrín Jakobsdóttir. Em Taiwan, a presidente Tsai Ing-wen foi ágil e implantou o centro de controle de epidemias, referência indispensável para rastrear infecções e tomar as medidas de controle necessárias.

Já na Nova Zelândia, a primeira-ministra, Jacinda Ardern, contrariou as expectativas e não esperou “achatar a curva” de casos de Covid-19. Ela optou por, simplesmente, eliminar a curva, e para isso instituiu uma série de medidas restritivas para minimizar o número de mortes no país, estratégia em que obteve bastante êxito.

A importância da diversidade nas empresas

Assim como acontece nos governos, a diversidade de gênero nas empresas também traz diversos benefícios. Isso porque ela é capaz de ampliar a visão de mundo da organização por meio de seus funcionários, o que auxilia a companhia a ser mais competitiva no mercado, além de promover a inovação, criatividade, motivação e engajamento dos colaboradores.

Assim, apostar em uma empresa mais diversa é assegurar recursos capazes de gerar mais resultados, o que inclui o aumento da produtividade e diferenciais competitivos no mercado.

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